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3 tendências para as mídias sociais em 2016

Renata Castello mostra que a nossa vida na web vai ser recheada de novidades os próximos meses


 

Sim, estamos com o pé no ano novo. Passou rápido e nem deu tempo de cumprir tudo que prometemos para 2015, né? Bola pra frente. Vamos falar sobre tendências para as mídias sociais em 2016?

1 - Tempo Real

Você ainda acha que na internet as coisas são super rápidas e que mal dá tempo de entender tudo? Bom, vai piorar. O tempo agora é real. Snapchat, Periscope (e o Instagram de uma certa forma) são só alguns dos aplicativos que te permitem publicar vídeos no momento exato em que a ação ocorre.

* Para pensar: Faça um comparativo com aqueles jornalistas que entravam no ar no jornal com um "link ao vivo". Agora esqueça aquela van com as antenas, o microfone e todo o aparato. Basta um celular na mão. Deu pra ver a revolução?

2 - Comprar fica fácil, fácil

Se o Facebook consolidou sua estratégia de conteúdo pago (para o drama das marcas) e opções de compra de produtos, a tendência é seguir por esse caminho. O Pinterest e outros apps também pegaram essa nota! Aliás, em qualquer canto da rede, a compra deve ficar cada vez mais fácil e simples. Nada de burocracia que faça o consumidor mudar de ideia.

* Para pensar: Apesar da tendência nas redes ser de incentivo ao consumo, surge um novo comportamento, batizado de Lowsumerism, que preza pensar antes de comprar, buscar alternativas de menor impacto dos recursos naturais e viver com o que é necessário. Achou bacana?

3 - Novas plataformas

Wanelo (o nome veio das iniciais de "want, need, love") é uma nova plataforma de compras. Shots é um aplicativo de compartilhamento de selfies com os amigos. O Hyper permite que você poste sua foto, escolha uma hashtag que já existe (ou crie uma nova) e seus amigos votam se gostaram ou não. Você também pode postar múltiplas fotos juntas. Já o Ello criou polêmica quando foi lançado, pois prometia não liberar seus dados pessoas para anunciantes e nada de propaganda. Clara estratégia contra o Facebook, né?

* Para pensar: São milhares de boas ideias e muitos apps novos. O problema é que, na maioria das vezes, eles surgem tão rápido quanto somem. A não ser que os gigantes como Facebook e Twitter se interessem e invistam $, as chances são remotas.

 

Renata Castello

Fundadora e diretora do portal Eugosto.de